Pois não, não pode.

Pedro Santos Guerreiro, hoje, no Expresso:

A questão nem é se a venda do Novo Banco devia ou não ser tema de campanha, mas se o Banco de Portugal está a gerir o processo atendendo ao calendário eleitoral, seja para fazer frete o Governo ou para atrasar a polémica que cairá sobre si próprio. O Banco de Portugal é uma das instituições mais fortes do país, não pode tomar decisões em função de conveniências eleitorais.

Da série “Não vamos pagar nem um tostão pelo Novo Banco”.

 

 

 

 

13 pensamentos sobre “Pois não, não pode.

  1. Pedro Santos Guerreiro, o homem que escreve umas coisinhas bem alinhadas, mas que durante 10 anos que dirigiu um jornal económico não foi capaz de se aperceber que o grupo BES estava falido.

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            1. Hoje Passos ensaiou a história de que o modo como geriu o BES foi muito melhor do que o modo como o Governo do Sócas geriu o BPN. Saltou por cima de contextos (a crise de 2008 e a incerteza da época) ignorou os riscos do futuro (vamos certamente pagar pelo BES) mas não interessa porque ele tem impunidade total.

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              1. Jornalismo precisa-se. Se eu fosse multimilionário, que estas coisas custam dinheiro e eu faria em bom, oferecia um jornal papel e on-line e um canal de televisão decented ao país.

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                  1. Portugal não tem miséria apenas material, um dos grandes flagelos é a porcaria de ricos retrógrados e umbiguistas que a pátria tem parido…

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