É dia de luto.

Não haverá sanções. Os nossos grupos de comunicação estão inconsoláveis. Tanta dedicação, tanto trabalho meritório para isto. Vamos rezar para que o amigo Schäuble e aqueles bravos rapazes da Polónia se consigam impor.

27 pensamentos sobre “É dia de luto.

  1. Caríssimo Luís, como diria o já saudoso Artur Albarran: «o drama, a tragédia, o horror»… Agora só falta ao nosso Tó Tosta vender o NewBank sem demasiado prejuízo, recapitalizar a Caixa Geral dos Levantamentos em condições, gerir a situação financeira e orçamental do resto de 2016 a contento, equilibrar o Orçamento de Estado para 2017… e ser padrinho do casamento da Helena Garrido e do Camilo Lourenço! “Geringonça” rocks 4ever!!!

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      1. Caríssimo Luís, peço-lhe desculpa mas eu estava era a pensar no casamento da Helena Garrido com o Camilo Lourenço… afinal, são ambos “colunistas” do «Jornal de Negócios» e assim só se estragava um lar…

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  2. Já vieram explicar tudo porque para tudo há uma explicação: afinal, há que agradecer ao Moedas! Resumindo: há sempre que agradecer a alguém. Não esquecer que quando um português pede uma bica num café diz assim: “Desculpe, era uma bica”; ou quando um desgraçado pede esmola, responde: “Tenha paciência!” Conseguimos, pois, ser piores do que os polacos que na verdade também nasceram para sofrer…

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    1. Bem, acho que dada a qualidade da nossa imprensa nunca vamos saber o que aconteceu, mas desconfio que foi mesmo por razões políticas: a Europa não precisa de atear mais um fogo que depois terá de apagar.

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  3. Trata-se — obviamente — de um dia negro para Portugal.

    As sanções da UE eram o ímpeto que nos faltava para voltarmos a viver dentro das nossas possibilidades.

    Antes do governo PSD/CDS vivíamos acima das nossas possibilidades. Depois, veio o governo PSD/CDS e voltámos a viver dentro das nossas possibilidades. Agora, graças à Geringonça, é claro como água que estamos novamente a viver acima das nossas possibilidades.

    Sei muito bem do que falo porque ouço regularmente o Camilo Lourenço.

    Como ele diz — e bem — quando tira o lápis da orelha para escrever no seu caderninho, a melhor metáfora para a economia de qualquer estado é a mercearia: não podemos gastar mais do que produzimos.

    No nosso caso, basta tirar os juros da dívida, as obrigações do tesouro, o tratado orçamental, o BCE, a banca de investimento, os “mercados”, os swaps, o sistema de pensões, o crédito malparado, a Goldman Sachs e vá, a globalização para percebermos isso.

    O Sócrates gastava mais do que produzíamos, o Pedro não. Por isso é que a tríade Pedro, Paulo e Maria deveriam ter continuado a governar até que o Duarte Marques tivesse idade legal para o fazer.

    A UE queria — e muito bem — acabar com este regabofe que continua apenas porque o perdulário Costa roubou ao PSD/CDS a possibilidade de nos manter a viver dentro das nossas possibilidades.

    Mais: o esquerdalho Costa teve o desplante de ir à Europa sem pin na lapela irritar o comissário Moscovici, que apenas queria que voltássemos a viver dentro das nossas possibilidades, como vivíamos em 2006.

    Agora foi tudo pelo cano.

    Eu acho que não se faz. Não se faz.

    Não. Se. Faz.

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    1. Um dia ainda havemos de descobrir que o Camilo Lourenço, tal como o impetuoso professor Medina, nem sequer é economista. Até fiquemos com as contas de merceeiro desta gente, que por acaso nunca critica os merceeiros a sério que vão pagar impostos à Holanda.

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      1. Caríssimo Luís, efectivamente posso afirmar que tenho muitas saudades do momento (nos idos dos anos 2000) em que publicamente o Camilo Lourenço teve de confessar que é “apenas” licenciado em Direito (no caso dele, em Ciências jurídico-políticas) pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa: isto é, ex-aluno do nosso Professor-Presidente…
        Tal como Medina Carreira, o perito em gráficos. Tal como Durão Barroso, o perito em tachos. Tal como Santana Lopes, o perito em louras.

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      1. Problemas de “narrativa” http://observador.pt/2016/07/28/fmi-errou-na-narrativa-a-portugal-faltava-poupanca-nao-competitividade/ e de excesso de confiança “Banco de Portugal era um supervisor de confiança (…) http://observador.pt/2016/07/28/exame-ao-fmi-poe-banco-de-portugal-em-xeque-por-falhas-na-banca-governador-contesta-ha-erros-graves/ .

        Sobre o gabinete a Blasfémias School of Economics já desautorizou leituras abusivas de artigos não institucionais https://twitter.com/MCF977/status/758762705570373632

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