Ai, ai.

Ai, ai. O Vasco Gaça Moura cometeu um acto de pepotência inaqueditável, pois foi. Julgavas que egas o Mega, ega? Mas não tens autoguidade. Até o Tó Jé já confontou o senhor pimeiro-ministo, coitadinho. Puque realmente há coisas. Se está na lei-quadronhó nhó nhó. Ó pa mim a cumprir a lei: a bem da nação.

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32 pensamentos sobre “Ai, ai.

    1. Too late now. Quanto aos comentários, bem pode esperar. A única coisa que aceitam é “sim, sim ó sim” desde o tempo do Sócas. Por isso é que as caixas estão sempre vazias, quem os lê já desistiu.

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          1. Luís, depois de escrever o post em questão, eliminei-o, pois fiquei com a sensação de que publicar aquilo imediatamente após expor a minha situação profissional — no caso, a ausência dela –seria quase entrar numa espiral de auto-vitimização — e eu não poderia estar mais longe dessa intenção. Acho tudo o que se está a passar neste país é uma vergonha e encaro cada boy como uma afronta pessoal, mas daí a pretender passar por desgraçadinho vai uma grande distância. Em todo o caso, reconheço que tenho pensado demais e isso fez-me abdicar de uma espontaneidade que tanto admirava em mim e continuo a admirar nos outros.

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  1. Sim sim, a lei quadro nhó-nhó-nhó. Eu até acho que deviam contratar o VGM para redigir as leis quadros em forma de sextilha de rima cruzada. Ele não acha que é o mega, ele acha que é o híper-super-mega. Desconfio que o governo não deixa de lhe dar razão. Se fosse um professorzeco numa escola a negar-se a ensinar de acordo com o novo acordo, tinha um processo disciplinar. É só isto que me apoquenta. De resto, se o homem quiser pôr os funcionários a fazer informações em latim, por mim, está à vontadex

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    1. Who cares. Esta merda de acordo nem devia ser tema de conversa é o que é. Nem por causa dos argumentos económicos: somos menos que os basileiros, etc. Num minuto qualquer brasileiro ou português entende se a coisa está na língua dele ou na do outro.

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    1. (re)li o meu comentário e reparei que poderei não ter sido claro: o nhó, nhó era dirigido aos jugulares. Aqui está um blogue de… esquerda (really?) que também não faz nada bem à saúde.

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      1. Não sejas injusto, Marco. É gente de causas nobres, que se dedica a elas sem qualquer intenção de tirar proveitos próprios ou de atingir notoriedade pública à custa delas. São quase freiráticos na sua abnegação pessoal em prol do bem geral E a discussão sobre a «ascensão» ou «assunção, que refiro mais acima, é um sinal clara de identificação clara e imediata de causas nobres, importantes e caras à esquerda.

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        1. Uff… Carlos, assustaste-me. Quando li “não sejas injusto” pensei: olha, o Carlos deve ter caído. Mas não, continua de boa saúde 🙂
          Fui ler a ascensorista. aquilo é mesmo hilariante.
          Já tive uma situação semelhante no Delito de Opinião. Alguém (não me lembro quem) escreveu Buchovsky. Eu comentei dizendo que se escrevia Bukowski. Resposta: Eu vi as duas grafias (!!!). Então, enviei uma foto da lápide e disse, “partindo do princípio que o marmorista não se enganou…” Mas nem assim corrigiu o post. Então pensei, “que se lixe, não perco mais tempo com gente assim.”

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  2. Ficou celebre a frase de Churchill :
    “A Inglaterra e os Estados Unidos são dois países separados pela mesma lingua …”
    Ou seja ,cada um fala e escreve a lingua comum da maneira que lhe aprouver ,e não é por isso que não se entendem .

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  3. Brasileiros, portugueses, angolanos, etc, vão continuar a escrever e a dizer coisas diferentes e a dar sentidos diferentes às mesmas palavras, e o que faz a riqueza de uma língua é o seu léxico, não a gramática. Perdemos entretanto o Fernando Pessoa quando o adaptámos ao acordo ortográfico de 1945? Se todos soubermos utilizar a língua, não há razão para a perdermos. Já vi muito gajo que não sabe alinhar três palavras a protestar contra o acordo, dizendo que isso vai destruir a língua portuguesa, o que é hilariante. .
    A ortografia é sempre normalizada. Que isso seja feito entre vários países, não é diferente do que quando é feito dentro de um pais. Há diferenças de ortografia, em cada um dos países de língua inglesa (colour, color, etc). Mas dentro de cada um desses países, existe um standard, o que cada um aprende nos manuais escolares, que não varia de freguesia para freguesia, e quem sai dessa norma, erra. Não é por isso que não existe em Inglaterra, por exemplo, uma rica tradição literária e gente a escrever bem. A nossa língua é muito mais rica do que a inglesa e vai manter-se assim, basta saber utilizá-la. Um acordo ortográfico, normaliza; os dicionários só vão atrás das palavras que criamos. Elas já são muitas, é só servir.

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    1. Para mim,o grande equivoco deste acordo é o de fantasiarmos que aproxima o portugues de Portugal do do Brasil. Não era necessário, não nos servirá para nada. Dito isto, estou-me marimbando como diz o outro.

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      1. Sirva, ou não, para isso, o facto é que as gerações seguintes em Portugal irão escrever de forma diferente, sem qualquer problema ou angústias nacional-linguísticas. Eu também me estou marimbando, porque o meu corrector ortográfico no trabalho dá conta do recado e não tenho qualquer devoção romântica pelos hifens ou pelas consoantes mudas. Tenho uma admiração estética pelo trema, mas já cheguei tarde.

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  4. Mais do que um acordo da treta, o que faz falta é uma Academia forte e independente que regulamente a língua, no que a referência diz respeito. Como acontece com o castelhano e a Real Academia Española, que inclui membros de todos os países de língua oficial castelhana, tendo como missão a produção de referência linguística, ortográfica, gramatical, etc. O dicionário de língua castelhana, por exemplo, usado como referência oficial em TODOS os países de língua oficial hispânica é o da Real Academia, que já integra as diferenças de expressão entre os vários países. Que cada um fale e escreva como quiser, ’tá bem, mas tem de haver uma referência a que se possa recorrer para ensinar, ou redigir documentos oficiais, por exemplo.

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