Enxovalhar um inocente.

  1. Sócrates, um puro, o maior dos puros, tem este azar de andar com pessoas que o rodeiam. É azar. Só azar.
  2. Isto é nulo, façam de conta que não existe
  3. E agora?
  4. A inverdade oficiosa.

Algures num manicómio da Floresta Negra, a velha Helga desgrenhada repete tremulamente: não, não é vérrrdade. O Fuhrer érrra um bom homem… O holucáusto fui uma invençáo judiá, etc., etc..

9 pensamentos sobre “Enxovalhar um inocente.

  1. Eu espero que a imprensa não deixe cair todos estes assuntos e que toda a essa malta talentosa que escreve na interné cumpra a sua função. Por outro lado, preparem-se as gentes para tempos de virgens ofendidas e clamores por respeitinho democrático.

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  2. Ó Luís, V. não está a contribuir para a minha serenidade, sempre a lembrar-me destas coisas (não se mace a responder-me que só vem aqui quem quer; eu sei, eu sei).

    Mas, zelando pelo seu bem-estar, sempre lhe digo que, a continuar assim, um dia destes ainda tem o Miguel Abrantes, em qualquer uma das múltiplas versões, à perna. Se isso acontecer, mande as culpas para cima do Huguinho e do Zezinho.

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