O estilo que somos.

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Folheio a Literary Review e sou quase tomado de surpresa pelo intimismo alcatifado, as palavras escolhidas, as enumerações.

We think we know the Romantics. Their endlessly retold lives have become familiar through shorthand vignettes: Blake and his wife sitting naked in their Summer house; Coleridge scribbling poetry under the influence of class A drugs; Wordsworth jumping his own sister; Shelley commiting suicide by sailboat; Keats Born in a stable.

Escrever assim, sem assomo de provocação, rejeitando a ascendência dos tablóides ou da publicidade, parece-nos tão anacrónico como um livro de Anita Brookner com as suas virgens de cinquenta anos. Já não sabemos o que fazer com este estilo — a falta que nos faz.

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