Pronto.

Ontem, no Negócios da Semana, quando uma jornalista sugeriu com um assomo de candura que o Governo anterior tinha deixado os bancos esfrangalhados ao deus-dará, José  Gomes Ferreira lembrou-lhe que nessa época havia coisas importantes para tratar.

Ficamos, portanto, assim.

7 pensamentos sobre “Pronto.

  1. Caríssimo Luís, já nada me surpreende quando vem de alguém que se convenceu de que está especialmente habilitado a “reformar” Portugal; insigne tarefa em que, aliás, já muitos experimentaram a mão com os resultados que estão à vista…
    Será, sem dúvida, caso para dizer como Vasco Santana: «chapéus há muitos, seu palerma!!!»
    Ou de como há quem tenha imensas saudades do consulado de uma certa dona de casa de São João do Estoril, “armada” em ministro de Estado e das Finanças durante o consulado da infecta «Caranguejola» e em putativa sucessora de Coelhos (Passos, o Emérito, e Carlos, o Quase-doutor de veraneio), mas perita em aconselhamento de “fundos-abutre” e em pendurar molas de roupa no estendal aos sábados à tardinha…

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  2. Caríssimo Luís, é claro que havia coisas muito mais importantes para tratar: Vítor Gaspar no Fundo Monetário Internacional, Carlos Moedas na Comissão Europeia, Maria Luís na Arrow Global Investments, Paulo Portas na Mota-Engil e Durão Barroso na Goldman Sachs…

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      1. Caríssimo Luís, esqueço-me sempre do impagável Professor Álvaro Santos Pereira que, do alto do seu blog do “Quadrangle” de Vancouver, aterrou em Junho de 2011 na Rua da Horta Seca para “franchisar” pastéis de nata e ser tratado por “tu” pela plebe em geral e pelos jornalistas em especial, tendo voado para Paris, depois do breve desafio do seu desemprego em Julho de 2013 (para dar emprego ao inefável empreendedor António Pires de Lima, colega de berlinde e de pião do empreendedor-mor Paulo-das-feiras-Portas), onde se tornou director de serviços da OCDE…

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    1. Caro Leitor, trata-se apenas de episódio de plágio especializado do “Observador” pós-apocalipse do defunto “Diário Económico”: falidas a “Oing-Oing” e a sua subsidiária “ST&SF”, os jornalistas atentos, venerandos e obrigados do antigo jornal oficioso da “Caranguejola” podem agora acumular o usufruto dos seus subsídios de desemprego abonados pela Segurança Social da “Geringonça” com os pagamentos dos respectivos recibos verdes por esta nova instituição “on-line”. Cheira demais a semanário “Sol” e falirá também em pouco tempo: a qualidade dos seus accionistas não habilita grandes voos…

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