Escolhas.

O morticínio de Orlando pode ser narrado como um ataque terrorista, um crime de ódio contra a comunidade gay ou um testemunho da iniquidade das leis americanas sobre uso e porte de armas. O discurso de Obama consegue enunciar com sensibilidade essas três condições, a que junta o lamento pela tragédia pessoal e familiar das vítimas. O risco, aqui, reside nas escolhas da interpretação — um risco que a imprensa portuguesa não deixará de calcorrear da pior maneira possível, como é seu hábito.

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