Injusto, irresponsável e perigoso.

A estipulação do horário de 35 horas semanais para uma parte da função pública (a parte não precária da função pública) insulta quem não tem outro remédio senão o de trabalhar 40, 50 ou por vezes mais horas por semana com salários bem mais baixos do que os dos servidores do Estado. Se existisse oposição a sério em Portugal teríamos assunto para meses de indignação justificada.

A este propósito, Francisco Louçã decidiu publicar umas larachas sobre Marques Mendes, crítico da proposta, recordando ao bom povo que este era Secretário de Estado de Cavaco Silva quando a benesse foi criada. Mas estávamos noutro país, num outro tempo, com outros privilégios — embora Louçã já fosse uma sopeira.

A coligação deu o primeiro grande tiro no pé.

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