Recordando o caso GPS a quem julga que as cartinhas dos meninos das escolas privadas são para levar a sério.

14 pensamentos sobre “Recordando o caso GPS a quem julga que as cartinhas dos meninos das escolas privadas são para levar a sério.

  1. Caríssimo Luís, tenho para mim que se fosse comigo na condição de (des)governante, assim que recebesse as 50 ou 100.000 cartitas dos petizes (já não sei bem quantas foram, porque este assunto me tira completamente do sério) das mãos dos seus estremosos progenitores/professores/dirigentes dos colégios, lhes pediria para permanecerem no local (na devida companhia dos senhores jornalistas da imprensa escrita e falada) até à chegada da carrinha da firma recicladora de papel.

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  2. Caríssimo Luís, e depois os «neoconeiros» (que adjectivo tão feliz!!!) admiram-se com o desprezo que o «Zé povinho» soberanamente lhes vota…

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      1. Caríssimo Luís, eu estava era mesmo a pensar nos abstencionistas que já são mais de 50% do eleitorado, isto é, do «Zé povinho» (sem a Fernanda Câncio no rol, é claro)…

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  3. O JM Tavares, com aquele seu jeitinho para explicar coisas simples aos néscios da esquerda, como quem está a ensinar crianças a encaixar duas peças de lego, diz hoje coisas importantes no Público. Não se sabe como consegue entrar tão frequentemente nesse bastião mediático da esquerda fraturante, mas a nossa direita é excelente em fazer hacking na comunicação social.
    Primeiro, que se houver duas escolas no mesmo local, uma privada e uma pública, fecha-se a que for pior. Se for a pública a pior, pois fecha-se a pública. Se a pior for a privada, acaba-se o contrato.
    É claro que a admissão aqui implícita de que as públicas podem ser melhores do que as privadas é apenas académica e ilustrativa, como um professor de física que explica o que aconteceria se conseguíssemos correr à velocidade da luz… Mas a verdade é que a função de um gestor público é abrir e fechar portas de entrada, não é melhorar a gestão, coisa para a qual, aliás, é até anatomicamente inabilitado. O menino, afinal, entra ou sai? Olhe que ali ao lado há uma escola melhor. Se tentar melhorar o serviço, vamos lá, substituindo uma telha estragada no telhado, prejudica a liberdade dos cidadãos de aprender, correr e saltar à corda. Isto é explicado no ponto seguinte do sumário.
    É que acha também o prof. Tavares que aquele artigo da constituição que diz que “o Estado criará uma rede de estabelecimentos públicos de ensino que cubra as necessidades de toda a população”, encurrala a liberdade de aprender e ensinar, prevista no artigo 43º.
    Como se chega a esta conclusão? É física quântica, burros, o gato de schrodinger. Para um teste prático, nem é necessário ir por todo o país, ouvindo as queixas dos velhinhos que viram os seus filhos e netos prejudicados na sua liberdade de aprendizagem, por o estado num malfadado dia lhes ter plantado escolas por perto, como eucaliptos e acácias, primeiro pequenas, aqui e ali, e depois cada vez mais e mais e maiores. Basta ver que o Tavares, por estar rodeado de tanta escola pública, ficou com um bloqueio permanente na aprendizagem.
    A liberdade de escolher tratamentos médicos também ficou limitada quando o estado criou o SNS. Nesse mesmo dia, toda a gente se constipou e agora, embora ninguém o queira admitir, somos já todos zombies tuberculosos. Aliás, criar serviços públicos é como abrir uma janela por onde entram as correntes de ar e os micróbios.

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    1. Confesso que não li, até porque sendo a minha namorada vizinha do homem o vejo em demasia a carregar o SUV com a filharada. Não é um espectáculo edificante. Depois, a indigência intelectual da criatura está muito alinhada com os 35 por cento, sempre os mesmos, que gostam de o ler. Infelizmente nunca se calam, e parecem 65 por cento. Mas podia ser pior: podia ser o Brasil.

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      1. É ele e o Tiago Cavaco, o padre cantor, também com uma prole imensa. Não são muito inteligentes, mas devem ser boas pessoas. Fazem-me ambos lembrar o Flanders e a família, os vizinhos dos simpsons, mas ainda com maior espírito de missão evangelizadora. O Luís Jorge bata-lhes à porta que eles devem ter sempre bolinhos quentinhos para os vizinhos.

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        1. Bolinhos? Como se tudo não bastasse, o casal maravilha, já sem os filhinhos, gosta do mesmo restaurante japonês que eu, que nem sequer fica perto. Qualquer dia apanha com um osomaki no toutiço quando estiver de costas.

          Outro muito visto na zona é o Gonçalo Tavares, mas esse pelo menos anda calado, embora nunca saia de perto de nós. Estamos convencidos de que nos segue há anos.

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