Vida intelectual.

O Guerreiro malha no Rentes, o Rentes tem saudades do Botas, o Botas inspira os amigos do Raposo, o Raposo gosta do Bruno, o Bruno reluz entre a escritora Patrícia e o polícia Moita nos colóquios do pavilhão Carlos Lopes ao lado do Pingo Doce onde o Dr. Santos pontifica em fundação, revistinha científica e editora pós-moderna criada com os impostos que não pagou na Holanda, a outra pátria do Rentes que sonha com o Botas. A Helena e o Zé Manuel aparecem nas vernissages enquanto aprendem a escrever, lambendo as botas ao Santos que também gosta do Botas. No fim vão abraçar com inveja o Araújo, porque a sabe toda e se despachou. A vida intelectual da direita portuguesa é complicada, mas não enigmática.

11 pensamentos sobre “Vida intelectual.

  1. O Guerreiro é de outra história. Foi por ele que fiquei a conhecer pedaços do Rentes. Ler o Rentes é pior que lamber lixa. Os capitães dos navios, antigamente, abandonavam os amotinados numa ilha deserta com dez livros do Rentes.

    Gostar

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s