O fim das maiorias de um partido.

A sondagem da Aximage para o Jornal de Negócios não altera os equilíbrios do costume. Se depois de 4 anos de desastre o PSD tem 36% de intenções de voto, provavelmente é essa a sua base de apoio essencial. Há sempre quem vote num partido dê por onde der. O mesmo para o PS: não é fácil levar o país à bancarrota pela mão de um criminoso impenitente e, ainda assim, obter o apoio de 34% dos eleitores.

O outro lado da moeda reside na necessidade de alianças. Com o Bloco a crescer, adivinha-se que o PC se tornará desnecessário para a formação de Governo. (Partindo do princípio que o Bloco resiste a larachas sobre Jesus e outras partes cantantes, tão mortíferas para o “prestígio institucional”).

Estamos a caminho de um bipartidarismo de coligações. Melhor assim. Ver o partido de José Lello, Maria de Belém e Jorge Coelho a governar sozinho provoca um pequeno calafrio.

 

4 pensamentos sobre “O fim das maiorias de um partido.

  1. Caríssimo Luís, no caso da serigaita do Alto do Lagoal, trata-se apenas da moral submarina e blindada do costume…

    Gostar

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s