“Piss Christ”, de Andres Serrano.

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Este retrato de um crucifixo mergulhado na urina do artista atraiu injúrias e tumultos em finais dos anos oitenta. Foi há vinte e tal anos, por amor de deus. As provocações religiosas têm o dever de ultrapassar algum grau de espessura crítica, tal como aos seus alvos não fica bem morderem em qualquer isco por instinto e automatismo. Uma laracha sobre os “dois pais de Jesus”, bamba como só a má publicidade consegue ser, não merecia tanto ultraje e apupada.

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