Hagiografia de um mártir.

Na meninice já ele conspirava contra uma delegada de turma que era “filha de um dirigente socialista”, tornada infame pelas “práticas autoritárias”. No parágrafo seguinte,

a criança (…) dava mostras de orgulho e de não apreciar mal-entendidos. Um dia, num restaurante, uma empregada confunde-o com uma menina. Levanta-se da mesa e, com a maior das solenidades, pergunta: “Pai, mostro-lhe a pilinha?”

Parece uma comédia involuntária norte-coreana, mas é um artigo assinado por Helena Cristina Coelho no Económico. Assim vai o famoso desvio mediático para a esquerda.

17 pensamentos sobre “Hagiografia de um mártir.

  1. Caríssimo Luís, finalmente está esclarecido o mistério ponderoso de quem deu a ler a Passos Kandimba o sartreano catrapázio «A fenomenologia do ser» (na edição original, em francês): foi o Papá dele…
    E está inequivocamente estabelecido o método infalível para voltar ao poder: é só ir mostrando a respectiva pilinha…
    Valha-nos a falência da “Ongoing”, dona deste pasquim.

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      1. Basicamente era um tweet de ontem a recuperar o artigo do Libération que já tem um ano, mas o Espesso achou por bem recuperar😉

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      1. Caríssimo Luís, pena é o Passos Kandimba padecer da síndrome dos Bourbon (segundo o insuspeito Talleyrand-Périgord que os conhecia de ginjeira): não esqueceu nada e não aprendeu nada…

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