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– Je veux une révision constitutionnelle.

15 pensamentos sobre “

  1. Caríssimo Luís, é típico do Nosso Senhor dos Passos exigir a destempo aquilo que facilmente teria obtido do PS à época do Tó Zero em matéria de reforma do sistema político e eleitoral: 1) introdução da moção de censura construtiva, como propuseram a dupla Barroso-Santana em 1980 e o Vitinho Constâncio em 1988/9, e o Tó Tosta fez agora; 2) duplo sufrágio à alemã para a eleição dos deputados da AR, com círculo nacional único de representação proporcional corrigida e círculos uninominais de representação maioritária a uma volta, como propôs em tese de mestrado publicada há 2/3 anos o Rui Oliveira e Costa, esse sportinguista-sindicalista-sondageiro reacionário impenitente, que em boa hora o Aníbal António saneou do PPD/PSD por ter ousado apoiar o Marocas a PR; 3) reforma autárquica no Continente, com a adopção das 5 regiões administrativas (NUTS II), a elevação das actuais 28 NUTS III a municípios, bem como a concomitante despromoção dos cerca de 280 municípios a freguesias e das cerca de 3000 freguesias a comissões de moradores; 4) reforma da Administração central do Estado, com a eliminação de todos os institutos públicos e de todas as fundações públicas.
    Ou seja, tudo aquilo que o Portas não meteu no seu celebérrimo “Guião para a reforma do Estado”…
    Agora é tarde, mesmo muito tarde.

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      1. Caríssimo Luís, consta que Napoleão respondeu a um chiste dum seu oficial de Estado-Maior a propósito do seu tamanho com a frase: «Monsieur le General, ne confondez pas GRANDEUR avec HAUTEUR!»… a muitos anos-luz do Nosso Senhor dos Passos, já se vê…

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    1. Caríssimo Leitor, pena foi que esta peculiar “voz dissonante” (e ex-juiz do Tribunal Constitucional) tenha, como presidente do Conselho de Fiscalização do SIRP, dado parecer positivo à proposta de nova lei orgânica dos serviços de (des)informações que previa a espionagem dos metadados das telecomunicações e que foi declarada inconstitucional por unanimidade… O Nosso Senhor dos Passos, recordado por certo do apoio efusivo desta “voz dissonante” à Dra. Manuela Azeda-o-Leite em 2009/2010, não se dignou inclui-lo nas listas de candidatos a deputados, obrigando-o a regressar ao alfobre da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra: os catedráticos têm sempre uma enorme rotatividade quando saem da sombra da “Cabra”…

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