Apressados.

Uma das coisas que me aborrecem nesta segunda década do Século XXI: a multidão de apressados. Pior, a aisance com saltam de opinião em opinião.

O Syriza era espectacular, afinal já não é. Manuela Ferreira Leite era fascista, afinal é uma senhora. Je suis Charlie? Non, je ne suis Charlie:

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É cansativa, a vida no Facebook.

12 pensamentos sobre “Apressados.

  1. Declaração de interesses: nunca gostei do humor do Charlie Hebdo, embora também sou Charlie e isso tudo.
    Também considera o desenho ofensivo, ou uma profunda crítica à sociedade ocidental, ou as duas coisas?

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    1. Nada disso, a minha profissão permite-me entender o humor de outras maneiras. É uma provocação infantil, num espaço que nunca foi ocupado. Ou seja, num território virgem. A questão moral ou de crítica social é irrelevante.

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      1. A (des)propósito: o palhaço lembrou-me o filme (que nunca foi exibido em público) do Jerry Lewis, “The Day the Clown Cried”.
        Consta que é a história de um palhaço a quem cabia entreter as crianças enquanto estas iam a caminho do “chuveiro”, em Auschwitz. There is nothing new under the sun.

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