Para quem é bacalhau basta.

O rui a. do Blasfémias passou pela rama na discussão entre o Bruno Maçães e Philippe Legrand a propósito da retoma inventada pelo Governo. Pouco depois, viu no Facebook uma crónica de Pacheco Pereira a espostejar o senhor Secretário de Estado. Como o rui a. é um bom menino, e muito obediente, toca de escrever um longo post em que rebate Pacheco Pereira com a baba pavloviana do cacique.

Só há um problema: o texto de Pacheco Pereira tem um ano. E o post do rui a. tornou-se numa jóia da comédia involuntária, muito valorizada pela adenda do autor em que nos diz que a confusão resulta igual ao litro e lamenta as virgens púdicas que gozaram o pratinho.

Comparem isto com a aisance com que o Governo maltrata a informação económica e encontram um modus operandi digno dos novos tempos.

6 pensamentos sobre “Para quem é bacalhau basta.

  1. o Blasfémias não é um blogue, é um concurso de estupidez.

    Vítor Cunha, apesar dos esforços de Helena Matos (ensaísta), segue isolado e firme na liderança. João Miranda, outrora grande esperança, tem de se contentar com um orgulhoso terceiro lugar. os restantes apenas lutam pelos restos que estes três colossos ideológicos da direita tuga vão cuspindo aqui e ali. Rui a. é um deles.

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  2. Eu achei o post bastante interessante.

    Vejamos:

    O idiota do Maçães diz umas pataquadas que são rebatidas pelo Philippe Legrain com factos. Não com opiniões, com factos. O que faz o idiota do Maçães? Desconversa.

    A internet cai em cima do idiota do Maçães porque este — de forma assustadoramente nítida — desconversa. Ora, o que faz esse tal de “rui a.”? Desconversa: “ah e tal, é porque não é socialista”, “ah e tal, é porque é do PSD” e mais uns tantos perdigotos geralmente cuspidos pela sua companheira de entourage blasfema, a somar, claro, ao pequenino e irrelevante facto de ter construído toda uma tese sobre um texto que tem 1 ano.

    Honestamente, já não sei o que diga. Fica a sensação de que estes idiotas podem fazer e dizer o que lhes apetecer porque haverá sempre palminhas e biscoitos nos sítios do costume.

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  3. Caríssimo Luís: 1.º não é “Governo”, é “(Des)Governo”; 2.º não se trata de «modus operandi», mas sim de «modus inoperandi»…

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