Três lições do acordo com a Grécia.

Greece unquestionably needs reform. But remember where the country was just a year ago. Austerity was paused in 2014, which allowed growth to return. Athens was in a primary surplus and needed no further financial aid — only extensions to smooth out the steep repayment cliffs in 2015 and 2016 that the eurozone and the International Monetary Fund recklessly left unchanged in the 2012 restructuring. Would it really have been so hard to simply grant the extensions (without haircuts), let the growth rebound continue (which would have increased the ability to service the debt) and leave Greeks to fight out whether and how to fix their country (or not)?

Um grande artigo no Financial Times.

15 pensamentos sobre “Três lições do acordo com a Grécia.

  1. Eu gosto do FT porque tanto tem quem escreve a Alemanha rendeu-se condicionalmente http://www.ft.com/intl/cms/s/0/30e6bc60-2957-11e5-acfb-cbd2e1c81cca.html#axzz3fmOyBtv4 como quem escreve os credores demoliram o euro http://www.ft.com/intl/cms/s/0/e38a452e-26f2-11e5-bd83-71cb60e8f08c.html#axzz3fmOyBtv4

    Krugman diz que a Europa está pela horas da morte http://krugman.blogs.nytimes.com/2015/07/12/killing-the-european-project/?smid=tw-NytimesKrugman&seid=auto

    Até um analista dos “mercados” diz que isto está mal “A deal has been reached for Greece, “one which demonstrates that democracy in the eurozone is completely and utterly dead,” says Marc Ostwald, strategist at ADM Investor Services, pointing to the outlines which are “infinitesimally” worse than those that were rejected in the Greek referendum. Mr. Ostwald says the deal highlights that there is no long-term future for the eurozone, and the desire on the part of eurozone creditor nations to completely destroy the Greek economy. “It can certainly be asserted that this is indeed a worse deal than the 1919 Treaty of Versailles,” he says.” daqui http://blogs.wsj.com/moneybeat/2015/07/13/eurozone-leaders-reach-greek-deal-live/#entry_13

    Ah, parece que Tsipras foi crucificado http://www.ft.com/intl/cms/s/0/f908e534-2942-11e5-8db8-c033edba8a6e.html#axzz3fmOyBtv4 pelos adultos do jardim de infância http://www.reuters.com/article/2015/07/12/eurozone-greece-eurogroup-kindergarten-p-idUSL5N0ZS0VC20150712 .

    Como sempre, estou pessimista, mas guardo um réstia de esperança para um deus ex machina…

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        1. Vinha hoje um artigo num jornal qualquer que dizia que a Alemanha, para se mostrar dura, provocou um desastre na sua imagem internacional. Acho que ainda não é verdade mas vai ser, com o tempo. A memória destes episódios vai perdurar.

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  2. A “democracia” e os “valores europeus” em todo o seu esplendor :

    http://www.newstatesman.com/print/node/228545

    Vivemos num regime de directório, no qual todas as decisões são tomadas à revelia e no desprezo da lei, de qualquer lei, seja aquela inscrita em tratados políticos, seja aquela mais antiga que Sófocles pôs na boca da Antígona.

    Prosaicamente: o Schäuble é a nova incarnação do Kissinger, o Tsipras a do Allende, e apenas faltam uns camisas castanhas e um qualquer capataz fazerem o golpe final para garantir a implementação o ordoliberalismo/neoliberalismo musculado no quintal das traseiras.

    E tudo isto segue a dinâmica inevitável do Espírito universal a la Hegel explicado às criancinhas: as formiguinhas do Norte , muito boazinhas e virtuosas, sacrificaram-se para salvar as cigarrinhas do Sul, perversas e muito viciosas.

    Há uns 15 anos, os americanos riam-se quando lhes falava ingenuamente da UE. Diziam-me que eu vivia numa fantasia, pois era evidente para eles que os alemães detestam os franceses, desprezam os italianos e os do Sul, e todos estes respondem com o mesmo carinho, e assim por diante nação a nação…. E não é que os meninos (muitíssimo finos, aliàs, do melhor escol) tinham razão, e a cavalgadura era eu?

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      1. Vá lá, vá lá,… e, em todo o rigor, nem sequer escrevi que, tal como o Kissinger, ele decidiu estrangular a economia grega, nem que lhe daria um jeitão ter um Pinochet na Grécia.

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