Uma festa digna, uma celebração para as famílias, um orgulho para o país.

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Devíamos incentivar estas coisas, que honram os clubes, os adeptos, as polícias, os ministros da administração interna e o senhor Presidente da Câmara de Lisboa.

16 pensamentos sobre “Uma festa digna, uma celebração para as famílias, um orgulho para o país.

  1. Idiota, sim. Mas não só nem principalmente. É aceitável que o centro da capital possa ficar atravancado durante uma semana porque um clube da bola “pode” vir a ser campeão?

    É assim tão difícil determinar que, se querem fazer festa, a vão fazer para o próprio estádio and that’s that?

    Claro que quem não enfrenta a máfia da bola – e o eleitorado que ela comanda – não enfrenta máfia nenhuma. Mas isso já nem sequer é surpresa http://lishbuna.blogspot.pt/2015/05/blog-post_4.html .

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  2. É aborrecido. Mas sobre isso do incómodo para o trânsito e tranquilidade geral, a coisa não é um costume pitoresco dos lisboetas (ou dos portugueses). O Real Madrid reserva todos os anos a praça Cibeles e adjacências e noutras capitais faz-se mais ou menos o mesmo. Birds do it, bees do it, coiso. Não fazem exactamente festas privadas nos estádios, como se vencessem torneios de badminton. Just saying, don’t shoot. Quando os opositores do acordo ortofágico tomarem aí as ruas da capital, é que a coisa vai afinar a sério.

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          1. Eu só estava a falar da autorização para a ocupação do espaço e dos incómodos “normais” neste tipo de coisas, como as dificuldades de circulação, barulho, etc, questão também aqui levantada, não da violência. Pessoalmente, não me afeta nada que os festejos passem a ser feitos nos estádios, como propõe o João Lisboa. O problema é que, como a malta gosta bastante de apanhar ar, acabada a festa no estádio, mesmo que sejam meninos de coiro, acabam de qualquer maneira por ir para a rua festejar, agora de forma mais descontrolada, sem formação e enquadramento, como diz em linguagem mais castrense, acho eu. São papoilas saltitantes.

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  3. Agora estou no “sunny” Algarve angustiado por não haver ainda sardinhas capazes, por isso não poderei participar no cortejo de vitória do Chelsea. Tirando a civilidade e o bom humor é tudo igual como cá.

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