Por exemplo, 85 milhões de euros.

Há uns anos, a “legalização” súbita dos benefícios fiscais que foram atribuídos suavemente ao Novo Banco daria para páginas e páginas de reverberações moraleiras. Nos blogs da Fátinha e do doutor Camacho mobilizar-se-ia a cristandade para acudir a “más despesas públicas” responsáveis pelo colapso do Ocidente. Mas isso era no tempo do Sócrates, claro. Hoje no passa nada.

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