Como a parvoeira já começou, aqui vai.

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13 pensamentos sobre “Como a parvoeira já começou, aqui vai.

  1. Acho que o link para o Daily Motion não passou; nesse caso não vale a pena publicar o comentário. Era um link para o discurso de Jean-Luc Mélenchon intitulado « Il faut refuser les logiques de guerre civile ».

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  2. Gostei muito da argumentação deste Reza Aslan, que não conhecia, chamando mais uma vez a atenção para a distinção entre hábitos culturais regionais, como por exemplo a mutilação genital feminina, com o Islão. Agora quando começam a falar na Arábia Saudita não me consigo esquecer de a família saudita ser tão aliada dos E.U.A. e embora estejam na origem de muitos actos terroristas serem tão amigos, por exemplo da família Bush. E acho curioso que o governo dos E.U.A. fale tanto dos direitos humanos na China e tão pouco dos direitos humanos na Arábia Saudita. O mesmo se passa com o Paquistão um país onde os direitos humanos são constantemente espezinhados e que contudo foi escolhido como aliado preferencial dos E.U.A. porque a Índia pós-independência, farta da dominação colonial inglesa e do capitalismo anglo-saxão, passou por um período de namoro com a União Soviética.

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  3. Luís,
    Acho que discutir a questão islâmica em França sem ponderar o factor demográfico é ignorar o verdadeiro problema. Enquanto a população de origem norte-africana (muçulmana, na sua esmagadora maioria) tem muitos filhos enquanto, a de origem francesa tem poucos. E, continuando assim, daqui a algum tempo, essa população terá forte influência política e em algumas regiões será mesmo a maioria. Há quem seja indiferente a isto, mas há quem esteja preocupado com os efeitos desta mudança em matéria de liberdade de expressão, direitos de algumas minorias (dos homossexuais, por exemplo) e mesmo … de direitos e liberdades das mulheres. Já me disseram que em muitos locais urbanos franceses e belgas (inclusive Paris e Bruxelas), as mulheres são insultadas se usarem saias curtas, por exemplo. Aliás, não sei se já reparou que nas discussões públicas (quer em Portugal quer no exterior), raramente (para não dizer nunca) se vê uma mulher, mesmo as notoriamente de esquerda, a defender o Islão (é curioso, não é? porque será?).
    Enfim, os nossos valores republicanos e socialistas dizem-nos que temos de respeitar os costumes e tradições dos cidadãos de origem não europeia, evitar qualquer tipo de superioridade cultural e fazer um esforço de inclusão; resta saber se a França não vai acabar por ser engolida pela sua tolerância. Obviamente, existe ainda a Frente Nacional, o único partido que enfrenta o problema de frente. Agora, para pessoas (como eu) que na sua vida nunca votaram à direita, é triste pensar que a única eventual saída é a merda de um partido de extrema direita. Espero estar enganado, mas estou muito preocupado…

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      1. Luís, eu tenho lido por aí muitos relatos como o que fez o Nuno. Como não vou à Europa há um ror de tempo, não posso jurar que para além do conglomerado Monção-Vigo, sob a proteção das milicias do Bispo de Braga, não existe de facto um enorme califado, sem mulheres de mini-saias e com os homens a beber chá de menta, sem sequer uma gota de mateus rosé. Um dia, arrisco.

        Por estes dias, um expert em terrorismo, revelou isto:
        http://www.theguardian.com/media/2015/jan/12/fox-news-expert-ridiculed-over-birmingham-is-totally-muslim-city-claims

        Ora, ele é um americano expert em terrorismo, com uma longa e gloriosa carreira de jornalista e conselheiro arabista do governo americano (pois, isso…):
        , http://en.wikipedia.org/wiki/Steven_Emerson.

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