Tempos interessantes.

Wolfgang Münchau afirma, no Financial Times, que os “extremistas políticos podem ser os salvadores da eurozona”. Porquê? Porque só nos extremos, como entre o Syriza, na Grécia, e o Podemos, em Espanha, se encara com coragem a possibilidade de uma restruturação das dívidas.

My preferred indicator for the continuing eurozone depression is not the rate of unemployment, but the rate of employment. The former does not capture the large number of disheartened people who have simply dropped out of the labour market altogether. The Spanish employment rate fell from 66 per cent of the employment-age population to 56 per cent between 2007 and 2014. In Greece that number is below 50 per cent. With existing policies, Spain and Greece have no chance of reverting to normal levels of economic activity within a generation. Debt is what holds back Greek and Spanish growth. The Spanish private sector needs a debt restructuring as badly as the Greek public sector.

Portugal é mencionado en passant, mas sem qualquer indício de esperança. O autor talvez conheça a estirpe intelectual e a qualidade dos nossos bertoldos.

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