Ah, que saudades.

É sempre um refrigério ver a nossa direita reflectir, com o brilho do costume, sobre arte contemporânea (via).

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4 pensamentos sobre “Ah, que saudades.

  1. O problema não está na definição de Arte. O problema está na definição do sagrado e da heresia.
    Se a heresia e a blasfémia são permitidas, porque cargo de água sou obrigado a respeitar um trapo, uma má canção e um péssimo poema?

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  2. A história conta-se em poucas linhas.
    Museu de Guggenheim, Bilbau. Uma instalação composta por vários seixos formando um rectângulo perfeito. Uma criança olha atentamente. Depois, movida por um qualquer impulso escondido nos genes transmitidos pelos antepassados Vândalos que ali passaram, ou perturbada pela ordem perfeita e anti-natural dos seixos, deu um pontapé naquilo destruindo a ordem do rectângulo.
    Foi o pontapé mais artístico a que assisti. Por pouco não caí de joelhos para, lavado em lágrimas, dar graças à glória do Criador que se manifestava naquela artística criança.

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