A questão não é a de sabermos o que os desempregados podem fazer por si, mas antes o que deve o primeiro-ministro fazer por eles. Para quem ouve Passos Coelho é fácil esquecer que o país lhe confiou um trabalho, não a mesa de um café.

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4 pensamentos sobre “

  1. é assustador o proselitismo de algumas destas personagens. E acreditarem que assim que os portugueses abjurarem o estado, tudo se resolverá por milagre. Temo bem que vejam o mandato como um longo e penoso exorcismo para portugal. Ainda chamam ao outro padreco, chiça!

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  2. A questão é que a criatura não parece achar que esteja ali nem para fazer alguma coisa pelos portugueses, nem tão pouco para ficar sossegado (o que, nas actuais circunstâncias, já não seria mau de todo) – aparentemente está mesmo para vender a investidores estrangeiros tudo o que seja vendável, para reduzir as condições e os direitos de quem trabalha (assim os tais investidores interessar-se-ão mais), para empurrar para fora do País tudo o que seja gente nova e que pode levantar ondas (… e que isso desequilibre ainda mais os fundos da segurança social, já para não falar no empobrecimento intelectual, é preocupação que não lhe ocorre).

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