Amolador.

Os sons da minha infância, cada vez mais raros. Hoje ouvi este, um minuto, depois desapareceu.

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10 pensamentos sobre “Amolador.

  1. Ui, onde habito passa um amolador a cada dois dias. Da minha infância, a recordação mais recôndita, é a de estar sentado na carteira, temendo a palmatória de Dona Palmira e ouvir as vendedeiras de peixe passando descalças na rua, e gritando : -“FreeeeeeEEEEEESQUINHAAAAaaaas!” Era assim, em Chaves.

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  2. Um dia, para grande espanto meu, um amolador tal e qual esse, tocou à minha porta. Encantada com o som da surpresa tive tal rebate afectivo que fiquei com as facas da cozinha todas estragadas… : ) )))

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  3. Eles aparecem com a sua flauta de Pã. Também em Almada, por vezes, e agora cada vez mais, oiço esse som triste e arrastado. E da janela, observo um homem que caminha lento junto a uma bicicleta. Depois pára, aguarda e retoma.

    Um som que muito ouvi nos idos anos 70 e início década de 80, quando a crise grassava na Península de Setúbal.

    Julgo que é uma melodia que soa mais nos momentos de crise.

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  4. Bem lembrado. Tenho saudades deste som. Só voltei a ouvir flauta de pã na rua com os indios andinos, que amolavam o juizo com o cuando el condor pasa. Deviam fazer um banco de dados de sons da rua, incluindo as vendedoras de peixe e tremoço. Eu descarregava-os para o toque do meu telemóvel.

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