Lições americanas.

1 e 2. Isto conduz-me a um pensamento rebuscado, que talvez só tenha utilidade para mim: que as estratégias de objectivo único (como “combater a crise”) são naturalmente superiores às estratégias com dois ou mais objectivos (“combater a crise” e “redistribuir o poder numa união de Estados”, por exemplo*). No entanto, é frequente assistirmos à apresentação de objectivos combinados como se estes fossem uma vantagem no planeamento estratégico.

* Outro exemplo: “combater o terrorismo” e “alterar os equilibrios políticos no Médio Oriente”. A duplicação de objectivos aumenta o risco de insucesso.

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