Já agora.

A crítica no New York Times.

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14 pensamentos sobre “Já agora.

      1. Por acaso acabo de ver uma edição em português com 644 páginas… Mas deve ter relevância, sim. Parece interessante.

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  1. «I am my remembering self, and the experiencing self, who does my living, is like a stranger to me.»

    O autor considera estranha uma das suas próprias conclusões; mas, a mim, parece-me quase uma evidência.

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      1. Sim, claro. O que não me surpreende é que um prevaleça sobre o outro, e que a prevalência seja a que é descrita pelo autor; ou seja, a que vai contra a racionalidade. Se assim não fosse, a experiência de um único erro seria suficiente para que não voltássemos a repeti-lo, e sabemos bem que raramente assim é.
        O artigo deixou-me curioso. A ver se um dia destes pego no livro.

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  2. Tenho o livro aqui à frente e as boas noticias são que ,tirando o apendice e as referencias ,são “apenas” 418 páginas .
    Quanto ao livro em si , comenta R. Thaler (Professor de Behavioral Science & Economics da U of Chicago ) na contra-capa : «(thebook) is readable , wise and deep.Buy it fast .Read it slowly and repeatedly.It will change the way you think,on the job ,about the world ,and in your own life ».
    Pois. É de evitar por quem está muito seguro de si e não quer grandes choques.
    manuel.m

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