Robert Frank, precisa-se.

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7 pensamentos sobre “Robert Frank, precisa-se.

  1. Não, não se precisa. Temos bons fotografos em Portugal talvez ainda não se dedicaram a ser tipo RF, ou talvez só ainda ignoramos que temos RF(s).

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  2. Eu já vi o Robert Frank ao vivo. Já velhinho, em Coimbra, nos Encontros de Fotografia que Deus tem. Fomos em procissão ver a lenda, numa sala a abarrotar.
    Henedina, segundo a última contagem, temos cerca de sete milhões de bons fotógrafos em Portugal. Nenhum desfoca, já é quase impossível, a não ser que queira mesmo. Não temos é nenhum Robert Frank que nos retrate da forma que ele fez com os americanos. Acho que os nossos fotógrafos são mais tímidos. A obra dele mais conhecida é o The Americans, de onde essa aí foi retirada, de certeza.

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  3. Não não é exato.
    “ainda não se dedicaram a ser tipo RF”. Olá caramelo, há alguns por sinal de Coimbra que tentam pelo menos e já têm um estilo próprio.

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  4. Olá Henedina. Não sei se percebi. “tentam” ser RF? É que é difícil andar na rua a fotografar gente; pode-se apanhar porrada (acho que o Gerard Castelo Lopes tinha esse receio). Acontece mais ou menos o mesmo com a literatura actual. É mais fácil escever sobre gnonos e lobisomens e a problemática da gramática, do que escrever sobre gente concreta que vive no seu tempo. Pode passar-se por neo-realista e é um risco. Em Coimbra, os fotógrafos que mais se aproximam de ser RF, são se calhar os que tiram totografias aos estudantes na queima das fitas ;). Eu conheço os de Coimbra. Alguns são bons fotógrafos, no seu estilo, mas pouco têm a ver com o Robert Frank. Mas têm o seu estilo próprio, claro. Não é o meu género, de qualquer maneira. O Robert Frank era um retratista, pintava frescos da sociedade americana com a máquina. Por acaso era um olhar de fora, que o homem era suíço.
    Eu gosto muito dos fotógrafos antigos, a fotografar gente comum e menos comum na rua, nos parques, nos cafés, pobres e aristocratas, putas e chulos e condutores de autocarro. O Robert Doisneau, o Lartigue, os americanos dos anos da depressão, etc. Mesmo quando encenavam e manipulavam, mostravam gente. O Eugene Smith arrebanhava carpideiras vestidas de preto para velar um morto, e miséria a rodos, no princípio dos anos 50 na Espanha rural. Não tem mal.

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