Fadinho preferido.

Era o cantarolado pelo meu pai, esquerdista e ironista de sempre, para deleite dos amigos revolucionários. Não encontrei a música e só recordo uma estrofe:

Maldita seja a Rússia soviética
Malditos os países satelííítes (sic)
Malditos os que cospem nas santinhas
Malditos os que comem criancinhas.

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5 pensamentos sobre “Fadinho preferido.

  1. No Arrastão o Daniel fez um comentário que roça a coincidência total com o que penso. A classificação que o fado mereceu da parte da UNESCO deve-se, na quase totalidade, ao advento de sangue novo, gente na casa dos 25-30 anos que salvou o género da letargia. Mas pouco se fala disso, focando-se exclusivamente Amália e Marceneiro, esquecendo que durante 30 anos nem um nem outro, por si sós, valeram a actual consagração. Tratando-se da minha geração, tenho a dizer que estamos habituados. Afadigados no combate por paixões, ambições e projectos – ainda que indignados em privado – estas são as praças que silenciosa e brilhantemente ocupamos. De nada, Portugal.

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      1. António Mota
        Também me lembro deste fado nos meus tempos de meninice. Aqui vai outra quadra do mesmo fado, tanto quanto eu me recordo:

        Quando penso na Rússia Soviética
        Inté me dá vontade de chorar
        A falta que fazia lá um homem
        Um homem como o nosso Salazar

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