A manif (2).

Altermundialismo? Novos modelos de desenvolvimento? Um protesto contra as medidas de austeridade? Deixem-se de merdas: preocupei-me com a austeridade na altura própria, quando metade dos nossos pategos punha bandeirinhas à janela pela selecção nacional. O que me levou ao Marquês no dia 15 foi isto.

Um Governo que recebe a família Espírito Santo enquanto discute o Orçamento de Estado é um Governo que reconhece, tão bem como o anterior, a voz do dono. E se eu puder chatear, que remédio.

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15 pensamentos sobre “A manif (2).

  1. Se há uma coisa que vos posso garantir é esta: os Espírito Santo (com um nome destes têm que vir de «judeus conversos» quando D. Manuel fex o que lhe exigiam de Castela para tentar unificar os reinos peninsulares, depois veio um cavalo e deu cabo da ideia, adeus infante…) sempre , mas SEMPRE se souberam «dar» com qualquer regime que lá estivesse em «em cima», sempre oram prudentes, sempre foram ouvidos, sempre influenciaram decisões políticas, e quase sempre tiveram a esperteza de apostar no «cavalo vencedor». Claro que tenho «inside information», mas you goin’ to have to take me at my word, can’t disclose anything else, a não ser, vários deles (sobretudo do ramo Bustorff) foram meus alunos. De que acham que a gente hablava nos intervalos ?? de carapaus e jeropiga ??? 😉

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  2. Eu tb fui à manif, não porque acreditasse em muito do que ali foi dito, achei mta parra, para pouco vinho, mas porque entendo que se deve manter este governo sob pressão. Porque estando ele a “roubar” desta maneira a nossa carteira, não podemos deixar q isso seja desbaratado nos pançudos do costume. E até ao momento ainda não vi nada de renegociação das PPP, eólicas e sobrecustos da energia e isso estava no memorando ao contrario do corte dos subsídios.

    A meio da manif dei por mim a ver muita gente a pedir responsabilização da classe politica, q eu tb defendo, mas não vi ninguém a defender o mesmo para o intermediário da maior parte dos negócios ruinosos do estado, que foram em muito responsáveis pelo estado em que estamos. E eu pergunto, pode-se pedir a responsabilização de Sócrates sem pedir o mesmo para Salgado?

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  3. Luís, onde está “remédio” não estava “chateio”? Explico. Gamei o último parágrafo deste post (citando o autor, naturalmente) para um texto no espesso. Vinha cá avisar que sai no próximo sábado e dei com o que me parece ser uma alteração. Será? Se for, talvez vá a tempo de mudar (por acaso, gosto mais assim…)
    Não é preciso publicar.

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