Venha para Lisboa, senhor grafiteiro do Norte.

A cidade acolhe gente com talento, os turistas fotografam-no, as nossas fachadas degradadas agradecem-lhe e com alguma sorte ainda aparece no Guardian. (Além, é claro, de não ter de levar com o Rui Rio). É o que no Porto se chama uma situaçôn-e bêncer-bêncer. Ora veja.

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14 pensamentos sobre “Venha para Lisboa, senhor grafiteiro do Norte.

  1. Tudo bem; agora vamos lá legislar no sentido de permitir esta expressão artística digna de protecção ao mesmo tempo que proibimos que venham pintar à porta de nossa casa «COMI A PEIDA DA VANESSA».

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  2. A má-fé é uma coisa muito feia.
    Confundir arte e selvajaria, tentando denegrir a imagem de um Presidente de Câmara que os lisboetas adorariam ter, só revela uma de duas: ou uma dor de cotovelo enorme ou a ignorância da realidade da cidade conspurcada por graffiteiros de terceira categoria.
    O graffiti existe e deve ser acarinhado enquanto forma de expressão artística, mas com regras bem definidas, como aliás a foto que ilustra este post bem mostra. O resto é, como muito bem dizia RR, borrar paredes.

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    1. “tentando denegrir a imagem de um Presidente de Câmara que os lisboetas adorariam ter”

      O que que eu tenho de fazer para o enviar para Lisboa já amanhã? Levai-o e ficai com ele definitivamente. Será que em Tripoli também o “adorariam ter”? Isso é que era…

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  3. Et tu Loureiro? Essa Vanessa…

    Apesar de elaborados e socarem intensivamente a retina, deploro as pinturas que tornaram opacas as janelas dos comboios da linha de Cascais, dando outro requinte à expressão “sardinha em lata”. Se é arte ou não, pouco me importa, não tem nada que ser imposta às pessoas. Pintem quadros, as paredes lá de casa, etc. É como a gente que anda com os telemóveis e rádios aos berros, para que todos possamos disfrutar das suas escolhas musicais. Usar o espaço público para a veia artística de cada um é assunto espinhoso e tem sempre um carácter impositivo que raramente me agrada.

    O caso dos prédios degradados é obviamente uma excepção e o exemplo da Fontes Pereira de Melo é excelente.

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  4. Não entendo este post. O vandalismo existe e a crítica do Rui Rio faz sentido. Basta sair à rua para notar a diferença.. É uma questão de bom senso.

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  5. O Rui Rio não prende ninguém, ainda…
    Os nossos Tribunais é que têm feito jurisprudência considerando a maioria do graffiti como crime de dano. A PSP é que não tem como prioridade deter grafiteiros e ainda bem. Curioso referir o Guardian, sabe qual a pena associada ao graffiti em Inglaterra?

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