O pequeno Adolfo amava a sua mãe, discutia com o pai, faltava às aulas e queria ser artista. Eu amava a minha mãe, discutia com o meu pai, faltava às aulas e queria ser escritor. Estas merdas dão que pensar.
Pois eu: amava o meu pai, discutia com a minha mãe, ia às aulas todas (mesmo na universidade) e sempre tive más notas a português.
Devo ser a Madre Teresa de Calcutá, pelo menos.
Tenho seguido os seus posts com a mesma interessada assiduidade, ainda que não comente. Por incrível que pareça neste país, até tenho andado ocupado com afazeres laborais. Por outro lado, acho que o seu blog está na sua melhor fase.
Pois eu: amava o meu pai, discutia com a minha mãe, ia às aulas todas (mesmo na universidade) e sempre tive más notas a português.
Devo ser a Madre Teresa de Calcutá, pelo menos.
GostarGostar
Que engraçado, isso lembra-me a infância da lady Macbeth.
GostarGostar
Qualquer dia, dizem que Hitler era um homem e não um poltergeist. Ao que chegamos…
GostarGostar
Seja bem retornado, André.
GostarGostar
ao menos não se chama adolfo; já é um bom começo
GostarGostar
Você sabe lá o que é o “m” de Luis M. Jorge.
GostarGostar
e não tem um bigodinho…
GostarGostar
Como é que sabe?
GostarGostar
“M” de Macbeth!!!?
(será que nascemos um para o outro?)
GostarGostar
Nem Macbeth nem Moriarty. Isso queria eu.
GostarGostar
ah!ah!ah!
GostarGostar
Tenho seguido os seus posts com a mesma interessada assiduidade, ainda que não comente. Por incrível que pareça neste país, até tenho andado ocupado com afazeres laborais. Por outro lado, acho que o seu blog está na sua melhor fase.
GostarGostar
Tenho dias, mas disfarço bem.
GostarGostar