Vida urbana (6)

Houve tempos em que frequentei uma médica chamada Felicidade, a minha casa era arrumada pela Piedade e eu morava na Avenida da Liberdade. Tudo o que queria era encontrar uma Prazeres, depois uma Remédios e, por fim, uma Milagros que me fizesse feliz. A minha vida orientava-se por virtudes cardeais.

Lembrei-me disso hoje, porque tenho empregada nova: a Constância. Sim, já está na altura.

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19 pensamentos sobre “Vida urbana (6)

  1. Essa Prazeres que não encontrou encontrei-a eu. E tudo estaria bem não fora o sobrenome. Chamava-se ela “e Morais”. Foi o Diabo.

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          1. Olhe que não! Olhe que não!
            Isso de toda a dona è mobile é literatura musical misógina. Bom, mas eu que não sou de intrigas e que tenho uma dívida de gratidão para consigo, sempre reitero: as Prudências são Bárbaras.

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  2. Constância, aí está um bom e sólido nome visigótico, nome de rainha do reino das astúrias. E o motorista é Raimundo? Dá segurança, sim senhor. Olá, henedina! Time long see no!

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  3. Olá Caramelo.
    Luís tenha Constância na Felicidade com Prudência com a Maria dos Prazeres na Esperança e com Fé que não se aborreça.

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