Enough.

Miguel, mostre-me essa carinha laroca, nem que seja em foto enviada por email. Não estou a duvidar das palavras do Marujo, das afirmações da Fernanda Câncio, nem dos posts do Eduardo. Recordo aquele jantar.  Até me vejo a comer sorvete de lima e uns fígados de pato com marsala. Sei que fomos depois para o Bicaense. A noite estava um pouco fria. Eu trajava um casaco de linho, calças castanhas, ténis All Star. Gostei de toda a gente — até do Pedro Marques Lopes, por amor de deus. Recordo, ó doce inocência, a proposta de fazermos um blogue colectivo após o referendo. Lembro-me de tudo, excepto de si. Faça alguma coisa, por favor.

7 pensamentos sobre “Enough.

  1. Também nunca entendi a relutância do sr. Abrantes em fazer prova da sua identidade. Se achasse os termos da discussão inaceitáveis, ter-se-ía mantido à parte da mesma, coisa que não fez. A posição de Abrantes é ainda mais incompreensível se considerarmos que pretende ser levado a sério naquilo que escreve. Incompreensível, claro, partindo do princípio de que “existe”.

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