O comentador João Gil assevera-me que alguns jornais de referência mencionam o filme como a adaptação para cinema de um romance da famosa escritora Evelyn Waugh.
Eis uma asneira digna daquele número funesto da Noticias Magazine em que a Laurinda Alves se pôs a citar Laroche Foucault.
A famosa escritora Evelyn Waugh.
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ah ah ah ah ah !
Às vezes (raras) vale a pena ler os críticos de cinema da nossa impensa, só para darmos umas risadas às custas do seu estilo pedante e das gordas calinadas que cultivam.
Nao chegava ser “a escritora”, tinha também que ser “famosa”, uma referência trivial para os círculos cultos da crítica. Que pagode! 🙂
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Telefonei de proposito para Portugal só para me certificar que não estava a ser mauzinho. Afinal é uma revista de referência e a citação exacta é “Evelyn Waughn, escritora que se distinguiu pelos seus retratos da aristrocacia britânica.”
Não deixa de ser bonito.
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Qual é a revista, diga lá…
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Ahahahah! A Laurinda Alves fez isso? Ahahahah! É bom de mais para ser verdade!
Eu fico é admirado como é que dão visibilidade a estas pessoas que alimentam a falsidade intelectual e saem incólumes.
Que tal o arrozeco, já foi?
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Já foi há muitos anos (e agora não tenho a certeza se foi na notícias magazine, ou na revista do público por isso vou tentar confirmar a referência), mas o nome era esse sem dúvidas.
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Na Visão. Aposto que ninguém chegava lá… atirei o “de referência” para despistar.
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A visão é sem dúvida de referência meu caro. Não é um pasquim sensacionalista, apesar de tudo.
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Concordo. Deixei-me entusiasmar pela minha trágica tentativa de wittiness.
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Vocês não perceberam. “A escritora” era um chiste. Já agora, olhem para a foto do indivíduo. Ui!
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😆
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No inicio do Radio Days do Woody Allen há uma piadinha acerca destes casos: um puto pergunta ao amigo qual é a actriz preferida, e ele responde «a Dana Andrews».
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