O inocente.

Sei pouco sobre Dias Loureiro. Mas lembro-me bem disto.

4 pensamentos sobre “O inocente.

  1. E não deixa de ser curioso, embora banal, ver como tudo funciona dentro de um círculo fechado, muito restrito, onde aparecem sempre os mesmos nomes. No fundo, os nomes daqueles que, pensando em si próprios como uma elite, não passam de lixo ou menos do que isso. Qualquer lavrador analfabeto ou semi-analfabeto do interior do país ou emigrante piroso é 1.000.000 de vezes mais digno da minha consideração do que a gentalha que se passeia pelos corredores do poder (e, pelo menos, os primeiros não têm a pretensão de parecerem mais do que aquilo que realmente são). A única coisa que apazigua o meu lado mais mesquinho e vingativo é saber que, já que a justiça nada fará (há uns anos li numa crónica do Vasco Pulido Valente que, no dia em que tivéssemos um sistema de justiça à sério, as elites marchavam todas direitinhas para a cadeia, e, como se vê, é verdade), no final, terminam como todos nós: em pó.

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  2. Nem eu disse que era. Se apenas serve para apaziguar o meu lado mais mesquinho e vingativo, já não pode ser grande consolo. E também não faz de mim a melhor das pessoas… Que se lixe.

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