E não se pode chamar negociação quando existe assimetria de poder. Estamos em democracia, só de nome. A verdade é que o actual regime é totalitário. E regimes totalitários, em que se nacionaliza e se impoem medidas pelo poder tem outro nome.
Já tinha lido o post do Daniel no Arrastao. Está muito bem exposto.
A minha mae é professora do ensino básico. A sociedade que agora se levanta para que seja avaliada é a mesma que há anos a forçou à humilhaçao de ter de mudar de escola, após ter sido agredida e insultada pela progenitora de uma aluna que nao estava de acordo que a sua filha reprovasse e com o facto de se ter escrito no relatório de avaliaçao que tinha problemas de concentraçao. Quem teve que mudar de ares, foi a professora agredida e insultada num corredor.
Estamos a falar de opinadores do coirato, que afirmam à boca cheia que os professores têm 3 meses de férias por ano, que têm a vidinha feita até à reforma e ignoram o drama das colocaçoes, do desemprego, da violência na escola, dos programas desadequados, das reunioes estéreis, etc.
Eis como o ressabiamento grassa na linda comunidade lusa. Nao há esperanças para gente tao tacanha, vota tanto desprezo e fel àquilo que é o bem mais precioso de uma sociedade.
Sem papas na língua! Cumprimentos Caceteiro!
Ao longo dos últimos 10 anos acompanhei um número grande de reuniões na escola das minhas duas filhas. Ultimamente, confesso que tenho evitado ir. Envergonhei-me muitas vezes com a ignorância, prepotência, falta de educação e outros atributos pouco abonatórios de Encarregados de Educação (talvez deseducação!). Ainda hoje me sinto envergonhada perante alguns comportamentos de miúdos que são apoiados e incentivados pelos pais, perante professores desrespeitados e desautorizados pelo nosso sistema de ensino!
Tenho pena que a Escola em Portugal se tenha tornado naquilo que temos!
Eu discordo em grande parte do raciocínio conclusivo do Daniel Oliveira.
Embora ache que Sócrates é um populista, não posso concordar com a ideia peregrina que criou o confronto para angariar votos noutros sectores da sociedade. Seria perverso e doentio e eu só acho que o senhor é incompetente, ignorante e trepador.
A meu ver o populismo de Sócrates está na forma marketeira como vende a sua governação e na política de resultados e não no calculismo erudito de um ditador. Não tem capacidade para ser um ditador populista.
Oh jorge, agora sou eu que nao acredito que possa ser tao ingénuo…
Ainda que pensasse isso da singela pessoa do Sócrates, está a omitir toda a máquina partidária a seu redor, departamentos de comunicaçao, imagem, marketing e o camandro incluídos.
Nenhuma máquina partidária, nem a tenebrosa máquina socialista, tem intenção de prejudicar o país. A questão é que o timing eleitoralista acaba por desgastar determinados sectores. Isso é apenas a mediocridade do sistema político e daquilo que o alimenta, não é uma coisa perversa feita propositadamente para ofender determinado grupo de pessoas.
E quando se negoceia e a outra parte rasga o que assinou? É autoritarismo?
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Não, é mentira.
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E não se pode chamar negociação quando existe assimetria de poder. Estamos em democracia, só de nome. A verdade é que o actual regime é totalitário. E regimes totalitários, em que se nacionaliza e se impoem medidas pelo poder tem outro nome.
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Já tinha lido o post do Daniel no Arrastao. Está muito bem exposto.
A minha mae é professora do ensino básico. A sociedade que agora se levanta para que seja avaliada é a mesma que há anos a forçou à humilhaçao de ter de mudar de escola, após ter sido agredida e insultada pela progenitora de uma aluna que nao estava de acordo que a sua filha reprovasse e com o facto de se ter escrito no relatório de avaliaçao que tinha problemas de concentraçao. Quem teve que mudar de ares, foi a professora agredida e insultada num corredor.
Estamos a falar de opinadores do coirato, que afirmam à boca cheia que os professores têm 3 meses de férias por ano, que têm a vidinha feita até à reforma e ignoram o drama das colocaçoes, do desemprego, da violência na escola, dos programas desadequados, das reunioes estéreis, etc.
Eis como o ressabiamento grassa na linda comunidade lusa. Nao há esperanças para gente tao tacanha, vota tanto desprezo e fel àquilo que é o bem mais precioso de uma sociedade.
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Sem papas na língua! Cumprimentos Caceteiro!
Ao longo dos últimos 10 anos acompanhei um número grande de reuniões na escola das minhas duas filhas. Ultimamente, confesso que tenho evitado ir. Envergonhei-me muitas vezes com a ignorância, prepotência, falta de educação e outros atributos pouco abonatórios de Encarregados de Educação (talvez deseducação!). Ainda hoje me sinto envergonhada perante alguns comportamentos de miúdos que são apoiados e incentivados pelos pais, perante professores desrespeitados e desautorizados pelo nosso sistema de ensino!
Tenho pena que a Escola em Portugal se tenha tornado naquilo que temos!
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Eu discordo em grande parte do raciocínio conclusivo do Daniel Oliveira.
Embora ache que Sócrates é um populista, não posso concordar com a ideia peregrina que criou o confronto para angariar votos noutros sectores da sociedade. Seria perverso e doentio e eu só acho que o senhor é incompetente, ignorante e trepador.
A meu ver o populismo de Sócrates está na forma marketeira como vende a sua governação e na política de resultados e não no calculismo erudito de um ditador. Não tem capacidade para ser um ditador populista.
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Quem me dera concordar consigo.
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Oh jorge, agora sou eu que nao acredito que possa ser tao ingénuo…
Ainda que pensasse isso da singela pessoa do Sócrates, está a omitir toda a máquina partidária a seu redor, departamentos de comunicaçao, imagem, marketing e o camandro incluídos.
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Nenhuma máquina partidária, nem a tenebrosa máquina socialista, tem intenção de prejudicar o país. A questão é que o timing eleitoralista acaba por desgastar determinados sectores. Isso é apenas a mediocridade do sistema político e daquilo que o alimenta, não é uma coisa perversa feita propositadamente para ofender determinado grupo de pessoas.
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