Despeço-me de Lisboa enquanto o mundo a descobre. Nem eu, nem esta cidade temos algo a provar. Morreu aqui muita gente, mas ninguém me tratou mal. Só quero acordar com cheiro a algas e ouvir a água a bater. Isto não é sofisticado, nem eu sou. Os turistas de olhos esbugalhados vêem os restos do império, eu vejo os meus.
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E onde é o novo poiso?
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Isto é o quê?
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“Isto é o quê?”
Uma linda poesia algarvia, espero eu.
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é uma linda poesa, sim senhor. a mim soou-me grega :))
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