Sim, meu anjo: é “forçada”.
Em Paris visitei recentemente uma zona – o Marais – frequentada à noite por multidões de homossexuais, e confesso que fiquei muito impressionado com o que vi: milhares de jovens, alguns no início da adolescência, exibiam ostensivamente a sua atracção (real, forçada?) por pessoas do seu sexo.
O José António Saraiva continua imperdível.
A verdade é que a genética explica muito pouco. Senão, como explicar que o filho de António José Saraiva tivesse saído assim?
Carlos Azevedo
06-11-09 em 18:36
Consanguinidade.
Luis M. Jorge
06-11-09 em 18:44
Só se for isso. Se bem que tenho um caso na minha família e não é tão “afectado”. Mas, enfim, cada caso é um caso.
Carlos Azevedo
06-11-09 em 18:49
Sempre os mesmos nomes, os mesmos jornais e jornalistas, as mesmas famílias e tudo o mais. Que aborrecido. Não admira que um gajo tenha que falar de comida o tempo todo.
qwerty
06-11-09 em 21:55
Isso é verdade.
Luis M. Jorge
07-11-09 em 06:45
Um gajo ou uma gaja, peço desculpa pela horrível discriminação que acabei de cometer.
qwerty
06-11-09 em 21:57