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	<title>Comentários em: Primeiro, o José Manuel Fernandes. Depois os descendentes até à quinta geração.</title>
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		<title>Por: lowlander</title>
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		<dc:creator>lowlander</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 13:44:01 +0000</pubDate>
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		<description>Sim.</description>
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		<title>Por: Luis M. Jorge</title>
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		<dc:creator>Luis M. Jorge</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 11:50:20 +0000</pubDate>
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		<description>Ora, porque cheguei agora e temos pouco tempo. Queria que começasse já a filosofar enquanto A blogosfera de Sócrates apedreja o último dos neorepublicanos?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ora, porque cheguei agora e temos pouco tempo. Queria que começasse já a filosofar enquanto A blogosfera de Sócrates apedreja o último dos neorepublicanos?</p>
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		<title>Por: lowlander</title>
		<link>http://vidabreve.wordpress.com/2008/08/04/primeiro-o-jose-manuel-fernandes-depois-os-descendentes-ate-a-quinta-geracao/#comment-2413</link>
		<dc:creator>lowlander</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 11:38:53 +0000</pubDate>
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		<description>E eu argumento que lutar pela critica actualmente disponivel em Portugal para consumo das massas, da qual esta titanica autopsia a uma ridicula pergunta e exemplo paradigmatico, qualquer delas, e um exercicio futil de seleccao de moscas. Uma cacada (nao sei bem se hei-de por cedilha ou nao) de bruxas e anti-bruxas, papas e anti-papas, cara e coroa do mesmo tostao furado.

Pugnar por uma discussao politica publica portuguesa qualquer que seja, mesmo que mentecapta nao chega. Ou melhor, ja nao chega, e preguica porque essa foi a luta dos meus pais ate a nossa entrada na CEE. Estamos em 2008.

Actualmente o desafio e o lastro que impede que Portugal se transforme num pais de jeito e a ausencia de discussao publica inteligente, debate civilizado e fundamentado. E incompreensivel que a ciencia e o seu metodo ubiquos no nosso quotidiano esteja praticamente ausente do debate politico portugues.

Porque nao pegar nesta treta como um todo e questionar o enquadramento do jornalismo politico? Porque nao criticar as bases em que assenta a actuacao deste sector de actividade essencial para uma democracia livre? 
As fundacoes (financiamento, seleccao das pessoas, qualificacoes, codigos legais de actuacao) que atrofiam a quantidade e a qualidade de opiniao disponivel, tornam o jornalismo vulneravel a suspeicoes justificadissimas de ausencia (repare que nao uso a palavra &quot;falta&quot;) de isencao e que empurram o jornalismo para dialogos ao espelho (repare que tanto o JPP como o jornalista do DN sao actores do jornalismo politico portugues) que parecem um sketch dos Gato Fedorento?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E eu argumento que lutar pela critica actualmente disponivel em Portugal para consumo das massas, da qual esta titanica autopsia a uma ridicula pergunta e exemplo paradigmatico, qualquer delas, e um exercicio futil de seleccao de moscas. Uma cacada (nao sei bem se hei-de por cedilha ou nao) de bruxas e anti-bruxas, papas e anti-papas, cara e coroa do mesmo tostao furado.</p>
<p>Pugnar por uma discussao politica publica portuguesa qualquer que seja, mesmo que mentecapta nao chega. Ou melhor, ja nao chega, e preguica porque essa foi a luta dos meus pais ate a nossa entrada na CEE. Estamos em 2008.</p>
<p>Actualmente o desafio e o lastro que impede que Portugal se transforme num pais de jeito e a ausencia de discussao publica inteligente, debate civilizado e fundamentado. E incompreensivel que a ciencia e o seu metodo ubiquos no nosso quotidiano esteja praticamente ausente do debate politico portugues.</p>
<p>Porque nao pegar nesta treta como um todo e questionar o enquadramento do jornalismo politico? Porque nao criticar as bases em que assenta a actuacao deste sector de actividade essencial para uma democracia livre?<br />
As fundacoes (financiamento, seleccao das pessoas, qualificacoes, codigos legais de actuacao) que atrofiam a quantidade e a qualidade de opiniao disponivel, tornam o jornalismo vulneravel a suspeicoes justificadissimas de ausencia (repare que nao uso a palavra &#8220;falta&#8221;) de isencao e que empurram o jornalismo para dialogos ao espelho (repare que tanto o JPP como o jornalista do DN sao actores do jornalismo politico portugues) que parecem um sketch dos Gato Fedorento?</p>
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		<title>Por: Luis M. Jorge</title>
		<link>http://vidabreve.wordpress.com/2008/08/04/primeiro-o-jose-manuel-fernandes-depois-os-descendentes-ate-a-quinta-geracao/#comment-2412</link>
		<dc:creator>Luis M. Jorge</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 10:27:48 +0000</pubDate>
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		<description>Lowlander, eu não estou a escolher quem tem razão. Estou a lutar para que haja crítica em Portugal para além da &quot;consentida&quot; pelos amigos deste governo. E vou fazer isso quer gostem quer não.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lowlander, eu não estou a escolher quem tem razão. Estou a lutar para que haja crítica em Portugal para além da &#8220;consentida&#8221; pelos amigos deste governo. E vou fazer isso quer gostem quer não.</p>
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		<title>Por: lowlander</title>
		<link>http://vidabreve.wordpress.com/2008/08/04/primeiro-o-jose-manuel-fernandes-depois-os-descendentes-ate-a-quinta-geracao/#comment-2411</link>
		<dc:creator>lowlander</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 10:18:06 +0000</pubDate>
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		<description>Qual unanimidade? Querem ver que este coro de argutos &quot;auditores de inquerito&quot; recem-encartados estao na realidade secretamente a passar mensagens sub-repticeas de critica ao martir director de jornal? Nao seja ridiculo.

Que esteja chateado e perfeitamente compreensivel, nao atire e areia para os seus olhos ou mais importante para os meus com as tretas da &quot;unanimidade&quot; e da &quot;caca (com cedilha) as bruxas&quot;... se a critica do martir director e &quot;caca (vide acima) as bruxas&quot; entao que dizer destas criticas a formulacao de uma pergunta por parte de um jornalista? &quot;Caca (ibidem) as anti-bruxas&quot;?

Escolher quem tem razao nesta discussao e uma falacia por falsa dicotomia. Nada mais significativo que escolher qual o lote de moscas preferido. A substancia da questao (e da resposta) permanece rigorosamente inalterada com tal escolha.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Qual unanimidade? Querem ver que este coro de argutos &#8220;auditores de inquerito&#8221; recem-encartados estao na realidade secretamente a passar mensagens sub-repticeas de critica ao martir director de jornal? Nao seja ridiculo.</p>
<p>Que esteja chateado e perfeitamente compreensivel, nao atire e areia para os seus olhos ou mais importante para os meus com as tretas da &#8220;unanimidade&#8221; e da &#8220;caca (com cedilha) as bruxas&#8221;&#8230; se a critica do martir director e &#8220;caca (vide acima) as bruxas&#8221; entao que dizer destas criticas a formulacao de uma pergunta por parte de um jornalista? &#8220;Caca (ibidem) as anti-bruxas&#8221;?</p>
<p>Escolher quem tem razao nesta discussao e uma falacia por falsa dicotomia. Nada mais significativo que escolher qual o lote de moscas preferido. A substancia da questao (e da resposta) permanece rigorosamente inalterada com tal escolha.</p>
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		<title>Por: Luis M. Jorge</title>
		<link>http://vidabreve.wordpress.com/2008/08/04/primeiro-o-jose-manuel-fernandes-depois-os-descendentes-ate-a-quinta-geracao/#comment-2410</link>
		<dc:creator>Luis M. Jorge</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 21:30:42 +0000</pubDate>
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		<description>Caro lowlander,

noutra altura podia dar-lhe razão. Mas agora estou mais interessado nesta espécie de sincronia que leva tanta gente a indignar-se ao mesmo tempo com o director de um jornal que todos passam a vida a desvalorizar. 

A unanimidade chateia-me. E esta caça às bruxas em que se tornou a crítica ao josé manuel fernandes chateia-me ainda mais, porque julgo que sei aonde quer chegar quem a atiça. 

Não gostam de oposição? Como diz o doutor vitorino: habituem-se.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro lowlander,</p>
<p>noutra altura podia dar-lhe razão. Mas agora estou mais interessado nesta espécie de sincronia que leva tanta gente a indignar-se ao mesmo tempo com o director de um jornal que todos passam a vida a desvalorizar. </p>
<p>A unanimidade chateia-me. E esta caça às bruxas em que se tornou a crítica ao josé manuel fernandes chateia-me ainda mais, porque julgo que sei aonde quer chegar quem a atiça. </p>
<p>Não gostam de oposição? Como diz o doutor vitorino: habituem-se.</p>
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		<title>Por: Lowlander</title>
		<link>http://vidabreve.wordpress.com/2008/08/04/primeiro-o-jose-manuel-fernandes-depois-os-descendentes-ate-a-quinta-geracao/#comment-2409</link>
		<dc:creator>Lowlander</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 21:17:52 +0000</pubDate>
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		<description>Bem-vindo de volta etc e tal.

Para mim giro giro mesmo e ver como estes argutos observadores do interrogatorio de microscopio em punho e analises rigorosissimas da anatomia da questao e do QI do interrogatorio, que revelam triunfantemente a natureza obviamente repulsiva e idiota da pergunta e por arrasto de quem a formula encaram com uma bem miopica bonomia o QI da resposta e por arrasto do inquirido que nao a contestou, nao pediu esclarecimentos, nao se indignou, nao disse &quot;nao respondo a perguntas estupidas&quot; mas em vez disso respondeu de forma bem clara.

Admitindo por absurdo que a reaccao do inquirido &quot;A pergunta estupida.&quot; nao foi apropriada a natureza grotesca da sua estupidez so duas explicacoes nao necessariamente auto-exclusivas) sobram para sanar esta aparente e absurda contradicao: ou o inquirido e ele proprio estupido ou a pergunta afinal nao e assim tao estupida.

E divertido, mas pouco, porque nao e muito surpreendente. Admito que o facto de JPP nao ser um personagem particularmente sagaz contribui de forma nao desprezavel para esta ausencia de misterio deste thriller/comedia, lamentavelmente, nao explica tudo.

Cumprimentos, espero que a ausencia tenha contribuido para fazer posts ainda melhores e que se aguente na blogosfera por bastante tempo desta vez, blah blah blah.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem-vindo de volta etc e tal.</p>
<p>Para mim giro giro mesmo e ver como estes argutos observadores do interrogatorio de microscopio em punho e analises rigorosissimas da anatomia da questao e do QI do interrogatorio, que revelam triunfantemente a natureza obviamente repulsiva e idiota da pergunta e por arrasto de quem a formula encaram com uma bem miopica bonomia o QI da resposta e por arrasto do inquirido que nao a contestou, nao pediu esclarecimentos, nao se indignou, nao disse &#8220;nao respondo a perguntas estupidas&#8221; mas em vez disso respondeu de forma bem clara.</p>
<p>Admitindo por absurdo que a reaccao do inquirido &#8220;A pergunta estupida.&#8221; nao foi apropriada a natureza grotesca da sua estupidez so duas explicacoes nao necessariamente auto-exclusivas) sobram para sanar esta aparente e absurda contradicao: ou o inquirido e ele proprio estupido ou a pergunta afinal nao e assim tao estupida.</p>
<p>E divertido, mas pouco, porque nao e muito surpreendente. Admito que o facto de JPP nao ser um personagem particularmente sagaz contribui de forma nao desprezavel para esta ausencia de misterio deste thriller/comedia, lamentavelmente, nao explica tudo.</p>
<p>Cumprimentos, espero que a ausencia tenha contribuido para fazer posts ainda melhores e que se aguente na blogosfera por bastante tempo desta vez, blah blah blah.</p>
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