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As más notícias começaram em Abril de 2005. O novo papa escolhia para si o nome de Bento, em homenagem à extraordinária figura do grande “Patriarca do Monasticismo Ocidental”, S. Bento de Nórcia, co-patrono da Europa, fundador dos Beneditinos, com enormes responsabilidades na cristianização do continente. Havia, portanto, um alvo — e esse alvo, obviamente, éramos nós.

O anúncio não fez grande mossa. Acostumada às toscas atoardas de Karol Wojtyla, a Europa galante encolhia os ombros com desdém. Em breve iria arrepender-se.

(Continua).