Em síntese, o clássico, a meu ver, além de representar o que há de universal no ser humano, diz coisas que, escritas há séculos, poderiam ser lidas no jornal desta manhã, de tão atuais, como disse perfeitamente Tom Hanks, em The Ladykillers (bom filme, por sinal).
O que você chama de tensão talvez corresponda ao que eu chamo de “conflito”. Sempre observei que todo o clássico tem o poder de desencadear esse componente. Não o acho mensurável, porque não considero o que é subjetivo mensurável, e a tensão, a estranheza e o conflito são subjetivos.
Em síntese, o clássico, a meu ver, além de representar o que há de universal no ser humano, diz coisas que, escritas há séculos, poderiam ser lidas no jornal desta manhã, de tão atuais, como disse perfeitamente Tom Hanks, em The Ladykillers (bom filme, por sinal).
O que você chama de tensão talvez corresponda ao que eu chamo de “conflito”. Sempre observei que todo o clássico tem o poder de desencadear esse componente. Não o acho mensurável, porque não considero o que é subjetivo mensurável, e a tensão, a estranheza e o conflito são subjetivos.
Não, qualquer telenovela tem conflito. Isso não a torna um clássico.
[...] Tensão, diz o Luis M. Jorge. [...]